Coletividade é a raiz de tudo
O que são essas ações no projeto?
No Projeto Costa do Juçara, os mutirões e vivências são mais do que atividades operacionais — são a expressão prática do seu maior valor: a ação coletiva baseada na união da comunidade e no cuidado com o território.
São nesses encontros que a floresta é plantada com afeto, os saberes são compartilhados de geração em geração e o espírito do projeto se fortalece, dia após dia.
🌱 Comunidade ativa. Terra viva. Floresta respeitada.
Desenvolvimento sustentável em comunidade


Como acontecem?
Os mutirões comunitários são organizados junto com os moradores e acontecem nas etapas essenciais do projeto:

Plantio de mudas nativas e frutíferas

Preparo do solo

Limpeza e cuidado das áreas produtivas

Organização e manutenção dos viveiros
Já as vivências são momentos formativos e culturais que reúnem parceiros técnicos, estudantes, apoiadores e visitantes, promovendo trocas de saberes entre o conhecimento científico e a sabedoria tradicional da floresta.
Tudo acontece em roda, em grupo, com escuta e afeto.
Como se planta esperança: de mãos dadas com a terra e com o outro.
Mutirões, Plantios e VivênciasComo impacta as pessoas?
Esses momentos transformam o projeto em pertencimento.
Durante os mutirões, crianças aprendem com os mais velhos, famílias se reconectam com a terra e a floresta deixa de ser apenas paisagem: vira casa, cultura, sustento e memória viva.
As vivências com participantes de fora também são fundamentais: elas criam pontes com o mundo externo, fortalecem parcerias, trazem visibilidade ao trabalho coletivo e reforçam a importância da Amazônia como território de conhecimento.
“A floresta é mais nossa quando a gente planta junto”
— moradora da Comunidade Nossa Senhora Aparecida

Mutirões, Plantios e VivênciasPor que isso encanta?
Porque nos mutirões e nas vivências, tudo é real:
- 🤲 A troca de saberes
- 💪 O esforço coletivo
- 🌻 O aprendizado em movimento
- 😊 A alegria de estar junto — e de construir algo que vai durar
São experiências que deixam marcas profundas: na terra, no coração de quem participa e no futuro que se planta coletivamente.

